
O diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, fechou seu depoimento na CPI da Covid negando que tomou cloroquina durante sua infecção pela covid-19, que ocorreu em maio de 2020. A resposta veio após a última pergunta da sessão, do senador Humberto Costa (PT-ES), em um de muitos posicionamentos contrários ao medicamento expostos por Barra Torres durante sua oitiva.
O diretor afirmou ser contrário à aplicação da substância em qualquer fase do tratamento de covid. Ele, porém, citou um estudo em aberto, que avalia dados da aplicação do remédio em casos leves de infectados pelo novo coronavírus, que poderia trazer novas conclusões sobre a cloroquina.
O estudo deve ser finalizado em dezembro deste ano, segundo o Barra Torres. "Mas, até o presente momento, não há indicação de uso", pontuou.
Durante mais de seis horas de depoimento, o almirante também confirmou que estava na reunião interministerial na qual se cogitou mudar a bula do medicamento para o colocar como alternativa oficial ao tratamento da covid-19, ao qual Barra Torres disse ter sido totalmente contrário.
Segundo ele, estavam na reunião o então ministro da Casa Civil (hoje da Defesa), Walter Braga Netto, o ex-ministro da Saúde Mandetta e a médica defensora da cloroquina e do tratamento precoce Nisa Yamaguchi.
Em determinado momento, contou, a doutora Nise Yamagushi sugeriu a mudança na bula e ele prontamente rejeitou a ideia. "Minha reação foi imediata, dizendo que aquilo não poderia ser", disse aos senadores.
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