
Enxergar oportunidades em momentos de crise são soluções encontradas pelos empreendedores. Em um momento onde a reponsabilidade social e a preocupação com o próximo têm se tornado mais evidente, a resiliência permite o crescimento de pequenos e novos negócios.
Cláudia Giudice, jornalista, empresária e autora do livro A vida sem crachá, conta como foi apostar no próprio negócio quando se viu sem carteira assinada. E afirma que pessoas próximas, de confiança, são fundamentais para ajudar a levantar o seu negócio, pois irão opinar com franqueza e sinceridade sobre suas ideias do plano B.
“Perder o crachá não é fácil, muda completamente a vida, e com essas condições adversas isso é bem mais complicado. Eu acho que a gente tem que se despir de qualquer tipo de preconceito e de vergonha. Uma questão para quem perde o crachá e vai empreender, independentemente do negócio que vá fazer, é não ter vergonha de pedir ajuda, de perguntar, de assumir que não sabe tudo e precisa o tempo inteiro aprender. Porque está, por mais esclarecido que seja, mudando de negócio, de universo, e esse aprendizado depois da pandemia se tornou mais urgente. Os desafios são absolutamente novos e diários”.
O Empreendedorismo Social busca soluções de negócios para problemas socioambientais, porém não estão dispensados de ser financeiramente sustentáveis, explica Marcus Nakagawa, professor da ESPM e coordenador do Centro ESPM de Desenvolvimento Socioambiental.
“Os empreendedores sociais são aqueles que desenvolvem um projeto, um negócio e ao mesmo tempo ganham dinheiro com isso, com o objetivo principal de resolver os problemas do mundo — problemas sociais, problemas ambientais, enfim, que o seu produto final seja efetivamente uma melhora dentro da nossa sociedade ou dentro das questões ambientais e sociais”.
De uma forma não remunerada, pensar no coletivo e impactar socialmente é o principal objetivo dos mais de 300 voluntários do União BR, movimento que começou no início da pandemia e conseguiu conectar pessoas que queriam de alguma forma provocar algum tipo de mudança em meio ao caos provocado pela covid-19.
Gabriella Marques, do União Br, afirma que o movimento já impactou milhões de pessoas e explica quais as estratégias mais difíceis para, em plena pandemia, procurar ajudar a outras pessoas.
“A gente conseguiu abrir novos leitos de hospital, distribuir comida para quem tem fome e com esse movimento chegar, nesse momento, em mais de 11 milhões de pessoas impactadas. E estamos falando de 25 estados aqui no Brasil. A grande dificuldade é por ser um movimento voluntário de pessoas que tem outras atividades e que conseguiram dispor boa parte do seu tempo rumo a um movimento social. Pessoas que buscaram nesse senso de comunidade e nos grupos uma maneira de fazer algo melhor ou deixar um legado para o mundo”.
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