
O secretário Especial de Fazenda, Bruno Funchal, afirmou nesta segunda-feira (31) que uma crise hídrica no Brasil, já prevista pelo governo entre junho e setembro deste ano, pode ser um risco para a retomada econômica depois da pandemia.
"Crise hídrica é um risco que pode trazer repercussão na reaceleração da economia e na inflação. Então bandeiras vermelhas podem impactar na inflação", disse, em sessão da Comissão Temporária de Acompanhamento da Covid-19 no Senado Federal.
Na semana passada, o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) alertou para a possibilidade de crise hídrica em cinco estados (São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Goiás e Mato Grosso do Sul) durante o inverno por causa da baixa quantidade de chuvas na região hidrográfica da Bacia do Paraná. A Aneel ( ) já anunciou que a conta de luz ficará mais cara em junho.
Funchal ainda afirmou que a aceleração na vacinação contra a covid-19, porém, continua sendo o maior ativo para o reaquecimento da economia. "Quanto mais acelerado for o nosso processo de vacinação, melhor vai ser nosso PIB e no ano que vem e no próximo. Crescimento e vacinação estão intimimamente conectados, e não só vacinação e crescimento: vacinação, crescimento e melhora fiscal", comentou.
Ele ainda citou que a questão é prioridade do ministério da Economia, e falou de dotação recente da pasta, de R$ 5,5 bilhões, para a compra de 100 milhões de doses da Pfizer e 50 milhões da Astrazeneca/Oxford.
Em relação ao corte de verbas do programa do Ministério da Ciência e Tecnologia para o financiamento de produção de vacinas brasileiras, o secretário garantiu que estão reservados ao projeto R$ 5 bilhões em uma reserva de contingência. Desta verba, R$ 1,415 bilhão já foi incorporado. O resto dos valores, contou Funchal, serão realocados ao longo do ano.
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