
A médica infectologista Luana Araújo falou à CPI da Covid nesta quarta-feira (2) teceu duras críticas ao tratamento precoce, defendido pelo governo como forma de combate à covid-19 na fase inicial da doença, e disse ver falta de coordenação e compreensão no enfrentamento à pandemia.
Durante aproximadamente sete horas, Luana explicou que foi dispensada de forma repentina, mas não saber porque seu nome foi barrado pelo Palácio do Planalto. A origem do veto teriam sido suas críticas já anteriores ao uso de cloroquina e outros medicamentos para o tratamento da infecção.
Nesta quarta, as críticas foram reforçadas. Para a médica, a discussão "é delirante, esdrúxula. anacrônica e contraproducente".
Questionada sobre a defesa feita pelo Ministério da Saúde, de que os médicos devem ter autonomia para receitar medicamentos, com a anuência do paciente, ela opinou que "autonomia médica não é licença para experimentação"
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