
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou nesta quarta-feira (16) não ser possível estimar prazo para a chegada das 3 milhões de doses da vacina da Janssen contra a covid-19.
"Sobre a chegada da Janssen, só vai ter confirmação quando embarcar nos EUA", afirmou o ministro em visita ao Hospital Regional do Guará, no Distrito Federal. No local, ele aplicou doses de vacina no ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, e no presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães.
O último prazo dado pelo ministro para a chegada dos insumos tinha sido justamente esta quarta-feira (16), o que não se concretizou. Anteriormente, também se previu a chegada na quinta-feira passada, dia 10, o que tampouco ocorreu. O governo brasileiro espera a liberação por parte do FDA (agência reguladora de medicamentos dos EUA) da exportação do lote.
A vacina é fabricada pela Janssen, que é o braço farmacêutico da companhia Johnson & Johnson, e é ministrada em dose única, diferentemente das outras vacinas aplicadas no Brasil atualmente.
A entrega faz parte de uma antecipação de doses negociadas entre o governo brasileiro e a fabricante. No total, 38 milhões de doses estão contratadas para entrega no último trimestre do ano. As 3 milhões de doses antecipadas sairão desse montante.
A falta de um novo prazo para a vacina da Janssen foi comentada por Queiroga ao analisar a possibilidade de volta às aulas, o que governo pretende acelerar.
"Estamos ha muito tempo sem aulas. Tem a questão a segurança alimentar, a socialização. Temos que acelerar a volta às aulas independentemente da vacinação dos professores. A vacina completa com as duas doses ainda pode demorar e isso não pode ser em prejuízo aos estudantes. Estamos trabalhando em protocolos de segurança".
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