
A ministra Rosa Weber, do STF (Supremo Tribunal Federal), deu cinco dias para o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) dar explicações sobre o suposto orçamento secreto operado dentro do governo federal. A decisão da ministra também intima o Senado Federal, a Câmara dos Deputados e o ministro de Estado do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, a fornecerem informações ao Supremo.
O caso, revelado pelo jornal O Estado de São Paulo, descreveu um esquema montado pelo governo para conquistar apoio por meio de um orçamento paralelo de R$ 3 bilhões. Ao contrário de outros tipos de emenda, a distribuição das verbas deste orçamento não seria equânime entre os congressistas - aliados ao governo indicam mais verbas que opositores. Na maioria dos casos, é impossível saber quem indicou o quê.
Após o recebimento das informações de Bolsonaro e do Congresso, Weber apreciará os pedidos de liminar em que o Cidadania e o PSB (Partido Socialista Brasileiro) questionam a falta de transparência na indicação dessas emendas.
O caso já é apurado também pelo TCU (Tribunal de Contas da União), a pedido do PGR (Procuradoria-Geral da República). O presidente Bolsonaro nega a existência do esquema.
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