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Justiça mantém Ronaldinho e Assis presos por 6 meses no Paraguai

Juíza de plantão em Assunção, Paraguai, negou neste sábado o pedido de prisão domiciliar feito pelos advogados do ex-jogador e de seu irmão

07/03/2020 às 19h47
Por: Redação Fonte: Marc Sousa | R7
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Ronaldinho Gaúcho após a audiência, neste sábado (7) Reprodução/Record TV
Ronaldinho Gaúcho após a audiência, neste sábado (7) Reprodução/Record TV

A juiza de plantão Clara Diaz, da Justiça paraguaia, negou o pedido de prisão domiciliar, feito pelos advogados, e decretou, neste sábado (7), a prisão preventiva de seis meses de Ronaldinho Gaúcho e de seu irmão Assis.

Segundo a Justiça do Paraguai, se a defesa comprovar que os irmãos não representam risco para a sociedade e não teriam planos de fuga para o Brasil, que por lei não extradita seus cidadãos, eles poderiam sair da prisão antes.

Para decretar a prisão, a juíza atendeu o pedido do Ministério Público do Paraguai, que, na quinta-feira (5), havia decidido não abrir processo formal contra o ex-jogador e seu irmão.

Dois dias depois, porém, houve a desconfiança de que ambos poderiam deixar o país e, tanto a juíza quanto o Ministério Público acolheram o pedido feito anteriormente pela Procuradoria Geral paraguaia.

Ronaldinho e Assis deixaram o Palácio da Justiça e voltaram para a Delegacia de Segurança Máxima, em Assunção.

O cônsul do Brasil em Assunção compareceu ao Palácio para definir um possível local para o cumprimento da prisão domicilar de ambos. Ele saiu muito irritado após a decisão da juíza de decretar a prisão preventiva.

O caso
Uma operação da polícia local apreendeu o ex-jogador e seu irmão com passaporte falso em um quarto de hotel, na última quarta-feira (4). Eles foram detidos em Lambaré, na região de Assunção, no Paraguai.

Na quinta-feira, o Ministério Público do país havia decidido não abrir processo formal contra Ronaldinho e Assis, que trocaram de hotel.

A decisão, porém, não foi aceita pelo Juizado Penal de Garantias de Assunção e, na sexta-feira (6), o juiz Mirko Valinotti deu 10 dias para investigação e parecer definitivo, fazendo o caso ser direcionado à Procuradoria Geral. 

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