
Dos 121,2 mil casos de infecção pelo novo coronavírus (SARS-CoV2) confirmados em 113 países até esta quarta-feira (11), 66,2 mil (54,6%) se curaram, segundo dados de um monitoramento do Centro de Ciência e Engenharia de Sistemas da Universidade Johns Hopkins, nos EUA.
A China foi o país com o maior número de vítimas do coronavírus. Desde o início da epidemia, em janeiro, 80,9 mil casos haviam sido confirmados, sendo que 61,5 mil pessoas já tinham se recuperado (76% do total).
Na Itália, segundo país mais afetado pela epidemia de SARS-CoV2, 8.514 pessoas testaram positivo para a doença causada pelo coronavírus (chamada de covid-19). Destas, 1.004 se curaram.
A taxa de letalidade da covid-19 ao redor do mundo tem sido em torno de 3,5%, de acordo com os números da OMS (Organização Mundial da Saúde). Até agora, foram registrados 4.290 óbitos.
Esse patamar de 3,5% é considerado por especialistas como relativamente baixo. As epidemias anteriores de outros coronavírus semelhantes a este, a SARS (síndrome aguda respiratória grave) e a MERS (síndrome respiratória do Oriente Médio) tinham taxas de letalidade de 9,6% e 35%, respectivamente.
Vale ressaltar que a maioria das vítimas tinha mais de 70 anos ou doenças crônicas, como diabetes, hipertensão, entre outras.
Na terça-feira (10), o Ministério da Saúde do Brasil ressaltou que 90% dos casos de coronavírus podem ser tratados em casa, pois os sintomas são leves, semelhantes a um resfriado.
A recomendação do governo é que apenas pessoas com febre prolongada (mais de 48 horas) ou dificuldade para respirar procurem os hospitais.
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