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Governo suspende pagamentos à empresa supostamente ligada a ex-secretário preso por corrupção em MT

Os pagamentos ficarão suspensos até que seja concluída a auditoria que será realizada pela Controladoria Geral do Estado (CGE).

29/09/2020 às 19h01
Por: Redação Fonte: Por: G1 MT
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Palácio Paiaguás (MT) — Foto: Secom/MT
Palácio Paiaguás (MT) — Foto: Secom/MT

  O governo estadual suspendeu os pagamentos para a empresa TMF Construções e Serviços Eireli, alvo de uma investigação do Ministério Público Estadual. A determinação foi publicada no Diário Oficial do Estado, que circula nesta terça-feira (29).

  Os pagamentos ficarão suspensos até que seja concluída a auditoria que será realizada pela Controladoria Geral do Estado (CGE).

  A empresa estaria ligada ao ex-secretário adjunto Sistêmico, Wanderson de Jesus Nogueira, que é suspeito da prática de corrupção.

  Wanderson foi preso na noite de quinta-feira (24), em Cuiabá, suspeito de corrupção ao ser flagrado com R$ 20 mil.

  Após receber denúncias sobre possível crime de corrupção do servidor, o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) o prendeu em flagrante.

  De acordo com o Gaeco, há indícios de que o dinheiro tenha sido repassado por um representante de uma empresa que supostamente foi favorecida em um processo licitatório. A transação teria ocorrido dentro da Casa Civil, horas antes da prisão.

  No dia seguinte, o juiz Jurandir Florêncio de Castilho, do Núcleo de Audiências de Custódia de Cuiabá, concedeu liberdade provisória ao ex-secretário adjunto.

  De acordo com a decisão, a liminar foi concedida porque Wanderson não tem registro de antecedentes criminais, tem residência fixa em Cuiabá e não há nada que justifique a custódia dele.

  O governo estadual suspendeu os pagamentos para a empresa TMF Construções e Serviços Eireli, alvo de uma investigação do Ministério Público Estadual. A determinação foi publicada no Diário Oficial do Estado, que circula nesta terça-feira (29).

  Os pagamentos ficarão suspensos até que seja concluída a auditoria que será realizada pela Controladoria Geral do Estado (CGE).

  A empresa estaria ligada ao ex-secretário adjunto Sistêmico, Wanderson de Jesus Nogueira, que é suspeito da prática de corrupção.

  Wanderson foi preso na noite de quinta-feira (24), em Cuiabá, suspeito de corrupção ao ser flagrado com R$ 20 mil.

  Após receber denúncias sobre possível crime de corrupção do servidor, o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) o prendeu em flagrante.

  De acordo com o Gaeco, há indícios de que o dinheiro tenha sido repassado por um representante de uma empresa que supostamente foi favorecida em um processo licitatório. A transação  teria ocorrido dentro da Casa Civil, horas antes da prisão.

  No dia seguinte, o juiz Jurandir Florêncio de Castilho, do Núcleo de Audiências de Custódia de Cuiabá, concedeu liberdade provisória ao ex-secretário adjunto.

  De acordo com a decisão, a liminar foi concedida porque Wanderson não tem registro de antecedentes criminais, tem residência fixa em Cuiabá e não há nada que justifique a custódia dele.

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