
O governo estadual suspendeu os pagamentos para a empresa TMF Construções e Serviços Eireli, alvo de uma investigação do Ministério Público Estadual. A determinação foi publicada no Diário Oficial do Estado, que circula nesta terça-feira (29).
Os pagamentos ficarão suspensos até que seja concluída a auditoria que será realizada pela Controladoria Geral do Estado (CGE).
A empresa estaria ligada ao ex-secretário adjunto Sistêmico, Wanderson de Jesus Nogueira, que é suspeito da prática de corrupção.
Wanderson foi preso na noite de quinta-feira (24), em Cuiabá, suspeito de corrupção ao ser flagrado com R$ 20 mil.
Após receber denúncias sobre possível crime de corrupção do servidor, o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) o prendeu em flagrante.
De acordo com o Gaeco, há indícios de que o dinheiro tenha sido repassado por um representante de uma empresa que supostamente foi favorecida em um processo licitatório. A transação teria ocorrido dentro da Casa Civil, horas antes da prisão.
No dia seguinte, o juiz Jurandir Florêncio de Castilho, do Núcleo de Audiências de Custódia de Cuiabá, concedeu liberdade provisória ao ex-secretário adjunto.
De acordo com a decisão, a liminar foi concedida porque Wanderson não tem registro de antecedentes criminais, tem residência fixa em Cuiabá e não há nada que justifique a custódia dele.
O governo estadual suspendeu os pagamentos para a empresa TMF Construções e Serviços Eireli, alvo de uma investigação do Ministério Público Estadual. A determinação foi publicada no Diário Oficial do Estado, que circula nesta terça-feira (29).
Os pagamentos ficarão suspensos até que seja concluída a auditoria que será realizada pela Controladoria Geral do Estado (CGE).
A empresa estaria ligada ao ex-secretário adjunto Sistêmico, Wanderson de Jesus Nogueira, que é suspeito da prática de corrupção.
Wanderson foi preso na noite de quinta-feira (24), em Cuiabá, suspeito de corrupção ao ser flagrado com R$ 20 mil.
Após receber denúncias sobre possível crime de corrupção do servidor, o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) o prendeu em flagrante.
De acordo com o Gaeco, há indícios de que o dinheiro tenha sido repassado por um representante de uma empresa que supostamente foi favorecida em um processo licitatório. A transação teria ocorrido dentro da Casa Civil, horas antes da prisão.
No dia seguinte, o juiz Jurandir Florêncio de Castilho, do Núcleo de Audiências de Custódia de Cuiabá, concedeu liberdade provisória ao ex-secretário adjunto.
De acordo com a decisão, a liminar foi concedida porque Wanderson não tem registro de antecedentes criminais, tem residência fixa em Cuiabá e não há nada que justifique a custódia dele.
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