
O CNPB (Conselho Nacional de Pastores do Brasil) entrou com uma ação no STF (Supremo Tribunal Federal) na noite da última quarta-feira (17) contra o decreto do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que proibiu a realização de cultos, missas e atividades presenciais no estado.
O pedido conta com o apoio da Frente Parlamentar Evangélica do Congresso Nacional e tem como relator no STF o ministro Gilmar Mendes.
Na ação, o Conselho se baseia no decreto de São Paulo, mas pede que o STF avalie a situação em outras regiões do país que também proibiram as atividades religiosas sob o argumento de evitar a disseminação da covid-19.
No entendimento do CNPB e da Frente Parlamentar Evangélica o decreto é considerado inconstitucional por ferir o direito à liberdade religiosa: "a vedação integral, sem qualquer adequação, à realização de qualquer atividade religiosa de cunho coletivo configura flagrante retrocesso na garantia de direitos fundamentais, especialmente no que se refere ao direito à liberdade religiosa e de culto (art. 5º, VI, da CF/1988) e à laicidade estatal."
A ação destaca que "os órgãos estatais, de qualquer esfera, não podem impedir, ainda que de forma temporária, os cidadãos brasileiros de professarem sua fé."
O texto também também destaca que da maneira como o decreto foi escrito, atividades exercidas por instituições religiosas que auxiliam no combate à pandemia também sofrem restrições.
Salário Mínimo Presidente Lula determina elaboração de proposta para valorização do salário mínimo
Acidente Aéreo Cantora Marília Mendonça morre em queda de avião em MG Brasil Ministério vai eliminar pontos de energia nas celas de novas prisões Medida busca impedir contato de membros de organização criminosa com o ambiente externo Mín. 20° Máx. 27°