
O Congresso Nacional recebe iluminação especial na cor rosa até esta sexta-feira (13) em alusão ao Mês Mundial de Conscientização da Linfangioleiomiomatose. Conhecida como LAM, a doença se caracteriza pela presença de cistos nos pulmões, sistemas linfáticos e rins. Segundo a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), a enfermidade é considerada uma neoplasia de baixo grau, de causas ainda desconhecidas, que pode comprometer a função pulmonar.
Devido à proliferação de células musculares da LAM, pode haver obstrução de vias aéreas e de vasos sanguíneos nos pulmões. Com o tempo, o paciente passa a ter dificuldade de manter uma oxigenação adequada no organismo.
Sintomas e tratamento
Os sintomas iniciais da linfangioliomiomatose são falta de ar, tosse seca ou com sangue, dor no peito e nas costas e fadiga.
A doença ainda não tem cura. Em casos mais avançados, o transplante pulmonar pode ser indicado. Um quarto dos pacientes responde aos broncodilatadores inalatórios, outros são tratados com medicamentos à base de sirolimo, já validados desde 2002 pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) e disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
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