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Estado Investigação

Vereador é investigado por suspeita de trabalhar como diretor de empresa que presta serviços à prefeitura

Investigado afirmou ser funcionário das empresas citadas na ação, mas negou exercer o cargo de diretor.

23/01/2020 às 14h43
Por: Redação Fonte: Por: G1 MT
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Vereador é investigado por ato de improbidade administrativa — Foto: Câmara Municipal de Juara/Divulgação
Vereador é investigado por ato de improbidade administrativa — Foto: Câmara Municipal de Juara/Divulgação
 

Um vereador de Juara, a 709 km de Cuiabá, está sendo investigado pelo Ministério Público Estadual (MPE) por suspeita de trabalhar como diretor de uma empresa de televisão e de rádio que tinham contratos para prestação de serviços de publicidade para a prefeitura.

A ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra Salvador Marinho Pizzolio Alves (PRB) foi proposta por meio da 1ª Promotoria de Justiça Cível de Juara.

Ao G1 Salvador Marinho afirmou ser funcionário das empresas citadas na ação, mas negou exercer o cargo de diretor. O vereador disse ainda que as empresas não têm contrato com a prefeitura.

“Trabalho em meios de comunicação e uma vez prestamos serviços para a prefeitura. Isso foi em 2017. A prefeitura não tem contrato com essas empresas”, afirmou.

Salvador disse que ainda não foi notificado oficialmente pelo MPE.

De acordo com o Ministério Público, caso a ação seja julgada procedente, o vereador poderá ser condenado à perda da função pública, suspensão dos direitos políticos, pagamento de multa e proibição de contratar com o poder público ou receber incentivos fiscais ou créditos, direta ou indiretamente.

As investigações, segundo o MPE, tiveram início em abril de 2018. Durante as diligências, foi constatado a contratação das empresas de comunicação pela prefeitura na modalidade de compra direta.

O dono das empresas informou ao MPE que o vereador é colaborador desde 2016, na função de repórter.

Segundo o Ministério Público, ao ser ouvido em audiência Salvador Marinho se defendeu das acusações informando que trabalha para o grupo de comunicação como repórter e que assinou a documentação como diretor “na correria”, porque o diretor-presidente não mora na cidade.

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