
A adolescente envolvida na morte da jovem de 14 anos, no domingo (12) em um condomínio de luxo, em Cuiabá, disse à Polícia Civil nessa terça (14) que o disparo ocorreu enquanto ela guardava a arma – uma pistola 380 – a pedido do pai de 46 anos, que é atirador esportivo.
A menina, que tem a mesma idade da vítima e era a melhor amiga dela, deu depoimento por três horas na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
O pai da adolescente, que tinha sete armas na residência, também foi ouvido pela polícia. Ele chegou a ser preso por não ter documento de duas armas, mas foi liberado após pagar fiança de R$ 1 mil.
O advogado da família disse que a arma pertence ao sogro da jovem que fez o tiro acidental. A prisão do homem ocorreu justamente porque ele não tinha documentos dessa pistola que não é dele.
O corpo foi enterrado nessa terça-feira. A família não participou do velório e do sepultamento.
“ELA NÃO ATIROU E EM NENHUM MOMENTO APONTOU. FOI UM DISPARO ACIDENTAL QUANDO ELA ESTAVA GUARDANDO A ARMA. A ARMA ESTAVA NA CASA PORQUE O PAI DA ADOLESCENTE IA TESTAR PARA VER SE COMPRARIA. TODAS AS OUTRAS ARMAS SÃO LEGAIS”, AFIRMOU O ADVOGADO.
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