
As ocorrências em casas, edifícios e empresas cresceram quase 20% de janeiro a agosto deste ano em comparação com o mesmo período de 2019. Foram 339 registros feitos pelo Corpo de Bombeiros.
Há vários dias o céu de Cuiabá está tomado pela fumaça das queimadas. Além disso, a baixa umidade do ar e temperaturas acima de 40°C tem prejudicado a saúde dos moradores.
Um casal de idosos da capital teve a casa destruída pelo fogo em cerca de 2 horas.
“TIVEMOS QUE PEGAR AS CRIANÇAS NO QUARTO E PULAR A JANELA. TENTAMOS APAGAR [O FOGO] NO COMEÇO, MAS NÃO CONSEGUIMOS. FOI MUITO RÁPIDO”, CONTOU O PEDREIRO JUARI LEMES.
No Centro de Cuiabá, um prédio pegou fogo após um curto-circuito. O fogo também destruiu uma indústria de materiais recicláveis. Uma trabalhadora morreu no local.
Sinop e Tangará da Serra também registraram diversas ocorrências. No entanto, segundo os bombeiros, Várzea Grande é a cidade com mais registros de incêndios.
De acordo com o tenente Rodrigo Fonseca, são vários motivos que levam às ocorrências de incêndios em imóveis.
“INSTALAÇÃO ERRADA DE CHUVEIRO. MUITAS VEZES TAMBÉM A PESSOA ACENDE UMA VELA EM CASA PRÓXIMA A UMA CORTINA, LENÇOL. OUTRAS ESTÃO COZINHANDO COM O CELULAR NA MÃO E DEPOIS DEIXA PRÓXIMO AO FOGÃO OU MICRO-ONDAS, E, QUANDO VOLTA, JÁ CAUSOU UM GRANDE INCÊNDIO”
O tenente também alerta para que as pessoas tirem os equipamentos elétricos das tomadas quando saírem de casa e desliguem o registro do botijão de gás. Segundo ele, também é necessário evitar o carregamento de celulares em cima de cama ou sofá.
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